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Brasil

País vence pesquisa global de novos empregos

Feita em 42 países, nos quais foram ouvidos 65 mil recrutadores de mão de obra, pesquisa mostra que País será o maior contratador deste ano; no primeiro trimestre foram abertas 306 mil vagas; 1,5 mihão nos útimos seis meses; média de 2013 é superior a 100 mil novos empregos formais por mês; mas veículos da mídia tradicional e economistas ortodoxos ironizam "invenção" de regime de crescimento baixo e trabalho em alta; trombetear desemprego tem finalidade de atraí-lo?

Tortura não tem justificativa. Ustra e Ariel Castro são do mesmo lodo

Nada, absolutamente nada, justifica a tortura. A tortura é a mais vil, mais baixa ação humana. É quando os milhões de anos de evolução da espécie desaparecem. O homem torturador é um animal com fala. Um ser selvagem, incapaz de compreender não só a relevância da vida em sociedade, mas o tamanho de ser humano. Prender alguém, torturar, arrancar, na pancada, o que o outro tem de mais íntimo, seus pensamentos, sua liberdade de agir, é ato de insanidade, uma grotesca atitude contra a humanidade, que é um princípio inegociável. Nos últimos dias, o noticiário nos traz à casa dois personagens que optaram pela perversidade e estão aí para nos lembrar do que a estupidez da raça é capaz: o sequestrador de meninas de Cleveland, Ariel Castro, que por uma década estuprou três garotas presas num porão, e o militar reformado brasileiro Carlos Alberto Brilhante Ustra, que chegou a ter 2 mil presos políticos sob seu domínio em São Paulo, como nos conta a obra de Elio Gaspari (A Ditadura Escancarada, Cia das Letras, 2002). Castro e Ustra são animais do mesmo lodo sádico. Um, o dos EUA, que choca a sociedade por estes dias, torturava mulheres, tratadas como bicho na escuridão do buraco de seu subsolo. Já o brasileiro agia da mesma forma com todos os que pensavam diferente dele, desde que dominados, claro, presos no DOI. Há documentos que mostram 92 mortes ocorridas nas masmorras que ele chefiava. E há relatos de sobreviventes de suas torturas, como o caso do vereador Gilberto Natalini(PV-SP), que fez questão de olhar ontem a cara do torturador, como relatam os jornais deste sábado, 11. Pelo que se sabe até agora, há apenas uma diferença entre o monstro de Cleveland e o monstro do DOI. Este, que foi à Comissão da Verdade, justifica a covardia dizendo que fez tudo o que fez porque obedecia ordens de governo. Porém, há muitos outros militares que se negaram a participar dos espancamentos. Ele, não. O Estado brasileiro deve sim ser responsabilizado pelas atrocidades cometidas nos porões da ditadura, um aviltamento social que, na essência, tem a mesma monstruosidade perpetrada contra as meninas de Cleveland. Está mais do que comprovado que no Brasil um bando de loucos, civis e militares, incapazes de enfrentar o debate político contra o pensamento diferente, editou Atos Institucionais, fechou o Congresso, e apelou para a força armada e policial manejada por energúmenos empregados do Estado, encharcando o país de sangue, calando a imprensa, estuprando a liberdade. Agora, ao ter parte de sua brutalidade revelada na Comissão da Verdade, o torturador, já assim reconhecido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, nega tudo e tenta empurrar a responsabilidade de suas fraquezas e os assassinatos para outros. E permanece onde sempre esteve, mergulhado na covardia e na vilania. Certamente não foi a tortura praticada na ditadura que garantiu as liberdades no país. Até o papa Paulo VI tomou partido, à época, contra o crime que acontecia no Brasil. No Chile, na Argentina, essa escória da tortura já foi responsabilizada. Aqui ainda se permite que um repugnante torturador continue livre se arrastando como um réptil a expelir o mau hálito da ditadura. Dilma pode ter todos os defeitos do mundo. Pode-se discordar dela à direita e à esquerda. Mas não se pode esquecer da história. Entre Dilma e Ustra, o Ariel Castro brasileiro, fico com Dilma.

BLOG DA GAROA

Histórias de São Paulo

Estadão

Tá chegando o WebFor 2013, de 24 a 26 de maio

Veja em primeira mão o cartaz lindíssimo do WEBFOR 2013 - Fórum Nacional de Comunicação Digital, dias 24, 25 e 26 de maio, em Fortaleza. Mais de 1.663 pessoas inscritas. Inscrições gratuitas pelo e-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. . Nos ajude a espalhar nas Redes Sociais: https://www.facebook.com/events/303828803025706/?fref=ts

Sandra de Andrade coordenará Alimentação e Agricultura

Entre as 15 coordenadorias sociais e setoriais lançadas na 9ª Convenção Nacional do PRB, está o Movimento Setorial de Alimentação e Agricultura para combater a fome e a pobreza no País. Para comandar o grupo, o presidente nacional do PRB, Marcos Pereira, empossou a Dra. Sandra de Andrade*. Segundo a nova líder, o Movimento foi inspirado nos trabalhos da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), tendo em vista os fóruns realizados em diversos países.

Vossa Majestade Joaquim Barbosa — Sois Rei!

Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre
O presidente do STF, juiz Joaquim Barbosa, age como monarca, apesar de não ter nascido em berço majestático e muito menos ser titular de um trono por hereditariedade. Contudo, o juiz supremo não se faz de rogado, e,

IBGE: inflação na meta, normalidade na economia

Índice de preços acumulado em doze meses desce a 6,49%, dentro da meta do Banco Central de 6,50%; maiores quedas setoriais foram entre alimentos; remédios pressionaram para cima; produção de veículos recorde mostra atividade econômica aquecida; juros futuros caem na BM&F; no exterior, BC australiano baixa taxas para enfrentar crise; na Europa, países questionam ortodoxia da Alemanha de Ângela Merkel, num debate antecipado pela presidente Dilma Rousseff; em São Paulo, professor de Harvard Dani Rodrik resume o que alguns não enxergam: "Este é um país normal, e num momento de crise internacional como este a melhor coisa que qualquer país tem a almejar é ser normal"

Câmara e Senado debatem reestruturação do Dnocs nesta quarta-feira

- Para o dep. Eudes Xavier, autor da iniciativa, evento ampliará as discussões em torno do tema.
O projeto de reestruturação do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, Dnocs, será debatido nesta quarta-feira

Jango, as reformas de base e o golpe

Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre
No Comício da Central do Brasil, no Rio de Janeiro, em 13 de março de 1964, o presidente trabalhista, João Goulart, ao lado de sua esposa, Dona Maria Tereza, anuncia as reformas de base, e fala literalmente da reforma agrária, do controle das remessas de lucros ao exterior em 10%, bem como das reformas educacional, administrativa, tributária e urbana.

Crise? Vendas de carros no País cresceram 14%

Crescimento corresponde aos quatro primeiros meses do ano; foram 866,1 mil de unidades vendidas no período, 13,9% superior ao volume atingido no mesmo período de 2012, segundo a Anfavea
Bruno Bocchini Repórter da Agência Brasil São Paulo

Itamaraty vence e elege Azevêdo líder da OMC

Vitória é histórica; liderando os Brics, Brasil bateu articulação do bloco europeu em Genebra e fez do embaixador Roberto Carvalho de Azevêdo, de 55 anos, o novo diretor-geral da entidade responsável pelas

FMI prevê PIB 3% maior e chama BC de "vigilante"

Ao contrário da oposição brasileira, o Fundo Monetário Internacional está enxergando um Banco Central "cuidadoso e vigilante" diante da inflação; também projeta um crescimento de 3% no PIB deste ano, três vezes mais do que o de 2012; governo adotou "muitos estímulos e medidas" para o setor produtivo, segundo o diretor para o Hemisfério Ocidental do FMI

O Judiciário no banco de réus

Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre
O Judiciário certamente é uma das instituições com menos credibilidade no Brasil. Para fazer esta assertiva, não me baseio na opinião da imprensa de mercado e muito menos na classe média lacerdista, que tem horror do Brasil e de seu povo, e que se tornaram, cinicamente, “fanzocas” do juiz Joaquim Barbosa, a quem detestavam quando tal magistrado da capa preta batia boca violentamente com o “queridinho” da direita brasileira — o juiz Gilmar Mendes.

BRIC’S, A MISSÃO DA PROSPERIDA

 

Delúbio Soares (*)

O pós-guerra se constituiu em imensa surpresa para o mundo. Países devastados emergiram já na segunda metade dos anos 40, pelas mãos de seus povos e guiados por Estadistas clarividentes. A grande lição foi dada pelos derrotados, os países do Eixo: Alemanha, Itália e Japão. Adenauer soergueu dos escombros a forte economia germânica em tempo recorde, sem renegar o credo democrático. De Gasperi limpou o lixo do fascismo e inaugurou tempos de liberdade e bonança econômica para os italianos. E o Japão aproveitou cada possibilidade ofertada pelo Plano Marshall, reinventou-se e deslumbrou o mundo com a criatividade de seu povo e o arrojo de sua tecnologia. Embora derrotados, logo estariam perfilados com os vitoriosos Estados Unidos, Grã-Bretanha e França, não só por pragmatismo político, mas por afinidades econômicas. Por pelo menos três décadas, valeu o pactado na Conferência de Bretton Woods, quando já nos estertores do conflito internacional, delegações de dezenas de países – inclusive do Brasil – definiram novos padrões de gerenciamento econômico internacional, estabelecendo regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo. O “Sistema Bretton Woods” foi a primeira iniciativa exitosa em toda a história de se forjar uma ordem monetária totalmente negociada. Em verdade, num hotel luxuoso da aprazível cidade do Estado norte-americano de New Hampshire, se delineava o novo capitalismo do pós-guerra. Mas o velho sistema capitalista, com meio século de existência, práticas de favorecimento às tradicionais e grandes potências do passado e vícios de protecionismo de toda ordem, já dava sinais de exaustão e fadiga de material, diante de um mundo globalizado, quando no apagar nas luzes do século XX o capitalismo passou por diversos reveses, notadamente a crise da bolha imobiliária nos Estados Unidos. Antes, porém, países de economia florescente como o México, a Tailândia, a Rússia, haviam experimentado fortes crises bursáteis, com perdas imensas para seus investidores por obra de ataques de especuladores sem pátria nem bandeira. O neoliberalismo, inaugurado pela gestão desumana de Miss Thatcher na Inglaterra, ao devastar direitos sociais, vida sindical, empresas públicas e privatizar o que custou sangue, suor e lágrimas ao bravo povo inglês, sepultou o velho e cansado capitalismo. Ele foi moda durante alguns anos. Fascinou os colunistas amestrados. Amealhou a simpatia de incautos e a adesão de oportunistas. Obteve a simpatia de governos sem compromissos populares que terminaram por quebrar as economias de seus países em experimentos frustrados ao longo de duas longas e sofridas décadas. León Febres Cordero, um radical de direita, inaugurou o “thatcherismo andino” e faliu o Equador. Carlos Salinas de Gortari, eleito com as esperanças de que levantaria o combalido México, protagonizou um dos mais dramáticos “defaults” de toda a história internacional, não sem antes ser incensado pela imprensa internacional e os arautos de Wall Street como uma das grandes promessas de “estadistas do século XX”… Não foi diferente com o Brasil de Fernando Henrique Cardoso, e suas três sucessivas quebradeiras em menos de oito anos de mandato, nem as farsas rocambolescas de Alberto Fujimori, no Peru, e Carlos Menem, na Argentina, igualmente apontados a seu tempo como exemplos de governantes “pragmáticos”, “modernos” e “competentes”. A história registra o espetacular fracasso moral e econômico de cada um deles. Enquanto isso, no longínquo oriente, o velho e sofrido Vietnã, aquele mesmo que ardeu anos a fio sob bombas de napalm e impiedoso fogo de morteiros, vítima de guerra covarde e sem causa, assombrava o mundo com economia pujante, inovadora e sustentável. A milenar China, o “império do centro”, combinou fantástica força de trabalho e notória sabedoria, para colocar-se definitivamente como o grande e novo ator econômico do século XXI, abrindo o seu impressionante mercado interno, tornando-se um exportador agressivo em todos os segmentos do consumo, além de estabelecer parcerias em todas as áreas de atuação comercial e fomentando negócios mundo afora. Não sem esforço e competência, os chineses se firmaram como a nova grande economia do planeta. Um mérito que ninguém nem nada jamais irá lhes arrebatar. Outros países seguiram o mesmo caminho, destacando-se a Índia, a África do Sul e a Rússia. A Índia com uma alta capacidade de prestação de serviços por conta de sua vasta mão-de-obra, com elevado expertise tecnológico e uma classe de empreendedores brotada nas últimas décadas, mudando a face arcaica do país e dando-lhe mais possibilidades de superação dos bolsões de pobreza ainda existentes em seu interior, ao mesmo tempo em que cresce internamente e ganha mercados externos. Com a África do Sul não foi diferente. Superada a chaga vergonhosa do “apartheid”, com o reencontro daquela bela e rica Nação consigo mesma, por obra dos grandes estadistas, Nélson Mandela e Frederik De Klerk, os sul-africanos puseram-se a construir um país justo e fraterno, inserindo-o no mercado internacional após anos de necessária segregação por conta do regime racista. A tarefa não foi fácil, mas foi atenuada pela imensa dotação de riquezas naturais e variadas potencialidades que saltam generosas do fértil solo sul-africano. Trata-se, pois, de um dos países mais ricos do novo milênio, com uma população absolutamente disposta a trabalhar no sentido de superar eventuais dificuldades e consolidar avanços nos campos social e econômico. Por fim, a velha Rússia se somou ao esforço dos que formam o mais vigoroso bloco econômico do século XXI. Chegou com seu fantástico território, riquíssimo e continental. Sua cultura, os povos que a formam, sua história e tradições, as potencialidades já exploradas de seu subsolo e uma comprovada capacidade negocial que fazem dela uma parceira fundamental para o Brasil, a Índia, a China e a África do Sul. Desde 2006 os BRIC’S se colocaram como uma nova, válida e consistente alternativa aos velhos e fatigados blocos econômicos tradicionais. Em verdade, o economista norte-americano Jim O’Neil, em estudo de 2001, intitulado “Building Better Global Economic BRICs”, já o antevia ao formular a idéia de sua criação. A diplomacia brasileira, desde os esforços do notável embaixador Paulo Tarso Flecha de Lima, ao fomentar o Departamento de Promoção Comercial do Itamaraty e abrir novos mercados ao Brasil ainda em pleno regime militar, já se preparava para esse salto qualitativo. Nos anos nefastos de FHC, quando mesmo o Mercosul foi sabotado de forma evidente, a diplomacia foi estagnada e os esforços de abertura do Brasil ao mundo se limitaram a humilhante postura de um permanente “a reboque” das políticas norte-americanas com amesquinhamento, sem inovação ou ousadia, quem dirá altivez. Mas foi com o presidente Lula, já com o Itamaraty sob o comando sereno do Chanceler Celso Amorim, que o Brasil firmou-se no BRIC’S, assumindo o papel que lhe cabia. E não podia ter feito coisa melhor! E o governo Dilma Rousseff, atento a decadência do velho bloco, continuou de forma efetiva a participação decidida do Brasil na nova ordem que se impôs. Entre 2003 e 2007, exatamente no primeiro mandato do presidente Lula e quando de nossa inserção, o crescimento dos países do BRIC’S representou a espantosa soma de 65% da expansão do PIB mundial. Em paridade de poder de compra, o PIB dos países integrantes já supera hoje o dos EUA ou o da União Européia. Em 2003, os países do BRIC’S eram responsáveis por 9% do PIB mundial. Já em 2009 esse valor aumentou para os 14%. Em 2010, o PIB conjunto dos cinco países do BRIC’S totalizou US$ 11 trilhões, ou seja, nada desprezíveis 18% da economia mundial. E se considerarmos o PIB pela paridade do poder de compra, esse índice é ainda maior: chega aos US$ 19 trilhões, ou seja 25%. Esses números, cifras, índices, indicadores, dados impressionantes, nós não veremos estampados na grande mídia nacional. Eles não interessam a quem só expressa o derrotismo e esconde o sucesso. Mas são a expressão da verdade. A verdade que grita, que pesa nas relações multilaterais, que preside o novo milênio, que consolida os esforços em benefício de um mundo mais justo e melhor. Não só os governos estão empenhados em cimentar as vitórias dos BRIC’S, mas associações empresariais, como a ativa Câmara de Comércio Brasil China, comandada com imensa competência pelo empresário e acadêmico Charles Tang, e empresários brasileiros, hindus, sul-africanos, russos e chineses. O Brasil que superou em muito a pobreza, tem vencido etapas importantes na luta pela superação de suas dificuldades e conseguido firmar-se diante do mundo como uma nova e promissora potência, voltou seus olhos para um novo mundo. Um mundo melhor e mais viável. Um mundo mais que possível. O mundo dos que tem mais afinidades e convergências. E os gigantes que emergem na África Austral, na Europa do Leste e na Ásia Central, quer por afinidades do presente, quer por vislumbrarem um mesmo futuro, ou até mesmo pelas amargas experiências de um passado de desafios, são os irmãos escolhidos para a venturosa missão da prosperidade.

(*) Delúbio Soares é professor

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Dirceu presta homenagem a Zé Ibrahim

"Podíamos nem estar no mesmo grupo político ou partido, mas estivemos sempre na militância de esquerda", escreveu o ex-ministro José Dirceu em seu blog texto sobre a morte de Zé Ibrahim; "Na manhã de hoje, com tristeza, compareci a seu velório na Assembleia Legislativa, para despedir-me dele e prestar-lhe esta última homenagem", escreveu Dirceu 247 - "Um dia, cheguei para o Lula e o Zé Dirceu, depois de muitas conversas sobre essas dificuldades, e disse: 'Vocês não querem que eu traga para o partido trabalhadores que estejam à esquerda de vocês. Assim, o melhor mesmo é eu ir embora", lembrou o sindicalista histórico Zé Ibrahim, morto nesta quitna-feira, em conversa há três semana com o 247 (leia mais).

VIDA BANDIDA! VIDA BANDIDA!

Por Davis Sena FilhoBlog Palavra Livre
“Seus gestos são mal estudados
A sua pose é militarista
Ele se acha o intocável
Senhor de todas as cadeiras
Derruba tudo pra ficar estável
Ele não está aí para brincadeira”
(O Eleito — Lobão)

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